Agents from New Zealand’s national police force ransacked the home of a prominent independent journalist earlier this month who was collaborating with The Intercept on stories from the NSA archive furnished by Edward Snowden. The stated purpose of the 10-hour police raid was to identify the source for allegations that the reporter, Nicky Hager, recently published in a book that caused a major political firestorm and led to the resignation of a top government minister.

Neste workshop vais apren­der a tra­ba­lhar com esta pla­ta­forma incri­vel­mente útil, desde a elec­tró­nica básica, a sol­dar os componentes do teu Arduino e a liga­ção de sen­so­res e actu­a­do­res! E o mais impor­tante, ou seja, ideias para pro­jectos futuros.


Será um workshop aberto, para que todos pos­sam expe­ri­men­tar pro­jec­tos mais avan­ça­dos, ter ideias, ajuda e feedback!


Os par­ti­ci­pan­tes apren­dem a sol­dar na prá­tica atra­vés da mon­ta­gem do Fre­e­duino KIT que levam para casa depois.

Não tens que saber muito de pro­gra­ma­ção, pois no workshop cobri­re­mos as noções bási­cas, pro­gra­mar o Arduino é uma tarefa sim­ples – esta é pre­ci­sa­mente uma das razões por­que o Arduino é tão popular.

inauguração dia 11 de Outubro pelas 17h
de 11 de Outubro a 30 de Novembro de 2014

De 3ª a Domingo, das 10h às 17h30

FORTE DO BELICHE, Sagres

| BORIS HOPPEK Alemanha | DÉLIO JASSE Angola |
|ISABEL LIMA Portugal/ Inglaterra |
| RUI CAMBRAIA Portugal | SHIKO Brasil |

Durante o ano de 2013, cinco artistas foram convidados a participar na primeira edição do KICK IN THE EYE, projecto de residência artística do LAC. 

KICK IN THE EYE é um projecto do LAC, que se propõe a convidar artistas nacionais e internacionais a participar em residências artísticas, cujo trabalho e percurso pessoal valorize a pesquisa em/com comunidades locais absorvendo e integrando-as na sua obra, neste caso na cidade de Lagos.
A cidade de Lagos, enquanto destino turístico, é habitualmente visitada por artistas de variadas origens. No entanto essa visita raramente se converte em trabalho artístico que materialize essa passagem pela região e, mais raramente ainda, esse trabalho, a existir, é dado a conhecer à população/comunidade local.

Por outro lado, o turismo enquanto indústria, alterou (e altera ainda) profundamente a região nas últimas décadas, tendo transformado as realidades populacionais, laborais, culturais, ecológicas, linguísticas, etc… Face à velocidade e dimensão das transformações operadas tem havido algum deficit de reflexão e produção artística que questionem e cartografem (como marcas para o futuro) o caminho entretanto percorrido.

Acresce a isto a dificuldade em impor a região como destino de turismo cultural que valorize igualmente o património artístico histórico, tal como o contemporâneo. Neste particular sentimos a necessidade de um projecto que convidasse artistas a, propositadamente, habitarem temporariamente a cidade/região e, em residência artística, devolverem esse olhar/reflexão através de trabalho aqui realizado.



4 weeks

15 people

5000 Compressed Stabilised Earth Blocks

1 goal: Building the castle’s Kiosk!

Oficinas do Convento and Touraterre (French architecture atelier specilised in earth architecture) are glad to present you “O Quiosque no Castelo”: 6 intense weeks of architectural conception in Montemor-o-Novo. The goal: design and build a kiosk for the community and its visitors inside the Castle’s old walls.

”[…]ao contrário da ideia com que se fica pela leitura da imprensa, não existe qualquer razão para recear que o vírus Ébola se possa transformar numa pandemia à escala mundial.


Semear o pânico pode ser um negócio muito lucrativo que importa desmontar. Veja-se o que se passou ainda recentemente (2005) com a “pandemia eminente” da “gripe das aves”. Através da sábia manipulação da opinião pública, a consequência foi uma totalmente desnecessária vacinação em massa da população com o consequente enriquecimento de alguma indústria farmacêutica por um lado, e esvaimento dos cofres públicos em muitos milhares de euros em vacinas usadas e… não usadas, por outro. O antiviral “milagre” Tamiflu limitou-se tão-só a reduzir a duração dos sintomas em menos de um dia, sem conseguir limitar minimamente as hospitalizações.

[…]

A medida tomada recentemente pelo governo da Serra Leoa, que interditou o albergue e os cuidados dados a estes doentes – única forma de os salvar -, mimoseando com a pena de dois anos de prisão os seus infractores, bem como uma outra tomada pelo governo da Libéria, ordenando aos soldados que atirassem a matar sobre as pessoas que procurassem passar a fronteira como forma de impedir a propagação da epidemia, é inacreditável. O mito dum passageiro africano infetado pela doença, no avião, que poderia infetar o país europeu onde desembarcasse é da mesma forma totalmente irrealista e traduz uma total ignorância sobre a realidade do vírus Ébola. À semelhança do que se passou com a “gripe das aves” importa não enviar camiões de vacinas ou medicamentos para África ou para onde quer que seja. Tal servirá unicamente para enriquecer alguns laboratórios farmacêuticos.”

MANUEL PINTO COELHO