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Joy Divisions Unknown Pleasures printed in 3D
(via Joy Division’s Unknown Pleasures by emnullfuenf - Thingiverse)

Joy Divisions Unknown Pleasures printed in 3D

(via Joy Division’s Unknown Pleasures by emnullfuenf - Thingiverse)

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ÓDIOS DE ESTIMAÇÃO
Idealizei um gosto pelo Monchegladbah sem nada que o justificasse. Meados dos anos 80, só tínhamos acesso às grandes finais do futebol na RTP 1. Por isso, o mais certo é ter conhecido o Monchegladbah a partir de uma lista de vencedores da Taça Uefa ou de leituras da revista Foot (para consumo interno) e da Onze Mundial.

A partir dos anos 90, já sem as restrições horárias da tenra idade, a frequência futebolística da Televisão passou a ser total, dentro do limite dos jogos transmitidos, o que à época, sem tv por cabo ou condomínio (sim, para organizar o acesso ao satélite), sabia a muito pouco.
Mais tarde o futebol alemão entrou na tv portuguesa com a voz de Jorge Perestrelo na Sic. Em 1996/1997, o interesse pelo Dortmund subiu em demasia, um dos melhores jogadores do mundo acabava de assinar pelo clube: Paulo Sousa. Na final da Champions League dessa época, foi lindo vê-lo jogar, já com a lesão que eventualmente lhe acabaria a carreira. Coxo, Paulo acelarava o jogo com a sua visão, tempo e passes certeiros. O Dortmund bateu a Juventus com aquele golo de Lars Ricken, 20 segundos depois de ter entrado em campo.

Já são razões suficientes para hoje ser Dortmund, mas como dados auxiliares, aqui estão mais umas:
- O Dortmund foi fundado por 17 jovens em litígio com um padre;
- Borussia não vem de “Prussia” mas do nome de uma cerveja produzida por uma destilaria local;
- Durante o III Reich o presidente do Borussia foi deposto coercivamente por recusar-se a ser filiado no partido Nacional-Socialista;
- Alguns dos seus dirigentes foram executados no III Reich por utilizarem as instalações do clube para produzir panfletos anti-nazis;
- Tem uma média de 80 mil espectadores por jogo (a mais alta do mundo) numa cidade de pouco mais de 500 mil habitantes.
p.s. Isto tudo para não dizer mail do Bayern, seria demasiado fácil.

ÓDIOS DE ESTIMAÇÃO

Idealizei um gosto pelo Monchegladbah sem nada que o justificasse. Meados dos anos 80, só tínhamos acesso às grandes finais do futebol na RTP 1. Por isso, o mais certo é ter conhecido o Monchegladbah a partir de uma lista de vencedores da Taça Uefa ou de leituras da revista Foot (para consumo interno) e da Onze Mundial.

A partir dos anos 90, já sem as restrições horárias da tenra idade, a frequência futebolística da Televisão passou a ser total, dentro do limite dos jogos transmitidos, o que à época, sem tv por cabo ou condomínio (sim, para organizar o acesso ao satélite), sabia a muito pouco.

Mais tarde o futebol alemão entrou na tv portuguesa com a voz de Jorge Perestrelo na Sic. Em 1996/1997, o interesse pelo Dortmund subiu em demasia, um dos melhores jogadores do mundo acabava de assinar pelo clube: Paulo Sousa. Na final da Champions League dessa época, foi lindo vê-lo jogar, já com a lesão que eventualmente lhe acabaria a carreira. Coxo, Paulo acelarava o jogo com a sua visão, tempo e passes certeiros. O Dortmund bateu a Juventus com aquele golo de Lars Ricken, 20 segundos depois de ter entrado em campo.

Já são razões suficientes para hoje ser Dortmund, mas como dados auxiliares, aqui estão mais umas:

- O Dortmund foi fundado por 17 jovens em litígio com um padre;

- Borussia não vem de “Prussia” mas do nome de uma cerveja produzida por uma destilaria local;

- Durante o III Reich o presidente do Borussia foi deposto coercivamente por recusar-se a ser filiado no partido Nacional-Socialista;

- Alguns dos seus dirigentes foram executados no III Reich por utilizarem as instalações do clube para produzir panfletos anti-nazis;

- Tem uma média de 80 mil espectadores por jogo (a mais alta do mundo) numa cidade de pouco mais de 500 mil habitantes.

p.s. Isto tudo para não dizer mail do Bayern, seria demasiado fácil.

*1
Google Inc. GOOG -1.07% is deep into a multipronged effort to build and help run wireless networks in emerging markets as part of a plan to connect a billion or more new people to the Internet.
These wireless networks would serve areas such as sub-Saharan Africa and Southeast Asia to dwellers outside of major cities where wired Internet connections aren’t available, said people familiar with the strategy. The networks also could be used to improve Internet speeds in urban centers, these people said.
(via Google Plans to Develop Wireless Networks in Emerging Markets - WSJ.com)

Google Inc. GOOG -1.07% is deep into a multipronged effort to build and help run wireless networks in emerging markets as part of a plan to connect a billion or more new people to the Internet.

These wireless networks would serve areas such as sub-Saharan Africa and Southeast Asia to dwellers outside of major cities where wired Internet connections aren’t available, said people familiar with the strategy. The networks also could be used to improve Internet speeds in urban centers, these people said.

(via Google Plans to Develop Wireless Networks in Emerging Markets - WSJ.com)

*1
Mr Obama also defended the use of drones to kill four US citizens.
“We are at war with an organisation that right now would kill as many Americans as they could if we did not stop them first,” he said in Thursday’s address at the National Defense University in Washington DC.
“So this is a just war - a war waged proportionally, in last resort, and in self-defence.”
(via BBC News - Barack Obama defends ‘just war’ using drones)

Mr Obama also defended the use of drones to kill four US citizens.

“We are at war with an organisation that right now would kill as many Americans as they could if we did not stop them first,” he said in Thursday’s address at the National Defense University in Washington DC.

“So this is a just war - a war waged proportionally, in last resort, and in self-defence.”

(via BBC News - Barack Obama defends ‘just war’ using drones)

*71
suicidewatch:

a boring disco record is still a boring disco record, even if it’s wearing cool helmets. i don’t know what happened to my French robot friends, but i miss their heavy funk and electro rock. this new record sounds like something that would be playing in the dentist’s office.

suicidewatch:

a boring disco record is still a boring disco record, even if it’s wearing cool helmets. i don’t know what happened to my French robot friends, but i miss their heavy funk and electro rock. this new record sounds like something that would be playing in the dentist’s office.

*8
glitchnews:

A worker stands in front of an 18m (59ft) high and 1 mile (1.6 km) long tsunami defence wall at the Hamaoka Nuclear Power Station in Omaezaki, Japan.

glitchnews:

A worker stands in front of an 18m (59ft) high and 1 mile (1.6 km) long tsunami defence wall at the Hamaoka Nuclear Power Station in Omaezaki, Japan.

The latest single from Goodie Mob featuring Janelle Monae from the upcoming album, Age Against the Machine.

BlackIce Bell
editor/photographer - INSPIRE Magazine
Atlanta, Georgia

*1
MUNDO COLCHONERO
1.
Para ser adepto Colchonero, especialmente vendo um jogo contra o Real Madrid e longe dos amigos, o melhor mesmo é estar num canto quietinho. Não é paranoia, foram mesmo 14 anos sem ganhar qualquer único jogo ao rival, o mais odiado de todos.
Se Lisboa for esse canto, convém arranjar outro dentro desse. Esta cidade também não deixa o Colchonero em paz, nem que seja por populismo exacerbado.
As condições não são as melhores, mesmo num café em que ninguém sinta a sua dor ou a contrária, o Colchonero está só. Diz-se que pela grandiosidade análoga, os benfiquistas estão com o Real Madrid. Para outros gostos há sempre Mourinho e Ronaldo. Os  sportinguistas até podiam sentir alguma empatia, mas os últimos embates e confrontos entre adeptos deixou tudo a perder.
O melhor mesmo é suar sozinho, mas no fim, ainda assim, ouviu-se um ou outro ruar pela Baixa.
2.
Já para o Rei Juan Carlos foi um jogo fácil.
O Atlético de Madrid foi rapidamente nos anos 40, após a Guerra Civil Espanhola, acolhido pela Falange. Esta poderosa organização permitiu grande êxitos à equipa com um novo nome: Atletico Aviacion, por ter agregado a equipa da força aérea. Já o Real, aumenta o seu poder nos anos 50, e por mais que se invente sobre o que é isso de clube do regime, o Ministro da informação e Turismo de Franco, Alfredo Sanchez Bella, reduziria a uma frase: “El Real Madrid es la pieza clave, la mayor e la mejor que temos tenido en los últimos tiemplos para afirmar nuestra popilaridad fuera de las fronteras”. 
A taça tem o seu nome: del Rey; e jogado no Bernabeu com um Atlético-Real, nada melhor para apaziguar a sua alma em tempos cada vez mais republicanos. 
No domínio técnico, a TVE poupou recursos e não teve que simular o hino ao intervalo como fez para a final Athletic-Barça de 2009. Mesmo com um país em crise, nesta final todos cantaram o hino.

3.
Ao contrário das grandes equipas, em que vamos sabendo os onzes de cór, sempre vi o Atlético como uma equipa de icones: Schuster, Futre, Simeone, Kiko, Forlan, Torres, Aguero e Falcão. Da última vez que o Atlético ganhou a final da Copa ao Real, os dois primeiros eram reis.

MUNDO COLCHONERO

1.

Para ser adepto Colchonero, especialmente vendo um jogo contra o Real Madrid e longe dos amigos, o melhor mesmo é estar num canto quietinho. Não é paranoia, foram mesmo 14 anos sem ganhar qualquer único jogo ao rival, o mais odiado de todos.

Se Lisboa for esse canto, convém arranjar outro dentro desse. Esta cidade também não deixa o Colchonero em paz, nem que seja por populismo exacerbado.

As condições não são as melhores, mesmo num café em que ninguém sinta a sua dor ou a contrária, o Colchonero está só. Diz-se que pela grandiosidade análoga, os benfiquistas estão com o Real Madrid. Para outros gostos há sempre Mourinho e Ronaldo. Os  sportinguistas até podiam sentir alguma empatia, mas os últimos embates e confrontos entre adeptos deixou tudo a perder.

O melhor mesmo é suar sozinho, mas no fim, ainda assim, ouviu-se um ou outro ruar pela Baixa.

2.

Já para o Rei Juan Carlos foi um jogo fácil.

O Atlético de Madrid foi rapidamente nos anos 40, após a Guerra Civil Espanhola, acolhido pela Falange. Esta poderosa organização permitiu grande êxitos à equipa com um novo nome: Atletico Aviacion, por ter agregado a equipa da força aérea. Já o Real, aumenta o seu poder nos anos 50, e por mais que se invente sobre o que é isso de clube do regime, o Ministro da informação e Turismo de Franco, Alfredo Sanchez Bella, reduziria a uma frase: “El Real Madrid es la pieza clave, la mayor e la mejor que temos tenido en los últimos tiemplos para afirmar nuestra popilaridad fuera de las fronteras”. 

A taça tem o seu nome: del Rey; e jogado no Bernabeu com um Atlético-Real, nada melhor para apaziguar a sua alma em tempos cada vez mais republicanos.

No domínio técnico, a TVE poupou recursos e não teve que simular o hino ao intervalo como fez para a final Athletic-Barça de 2009. Mesmo com um país em crise, nesta final todos cantaram o hino.

3.

Ao contrário das grandes equipas, em que vamos sabendo os onzes de cór, sempre vi o Atlético como uma equipa de icones: Schuster, Futre, Simeone, Kiko, Forlan, Torres, Aguero e Falcão. Da última vez que o Atlético ganhou a final da Copa ao Real, os dois primeiros eram reis.

Tumblr Staff: News!

staff:

Everyone, I’m elated to tell you that Tumblr will be joining Yahoo.

Before touching on how awesome this is, let me try to allay any concerns: We’re not turning purple. Our headquarters isn’t moving. Our team isn’t changing. Our roadmap isn’t changing. And our mission – to empower creators to…